LONGA VIDA AO TEATRO AMAZONAS

Por Sérgio Cardoso

Foto: Michael Dantas/SEC

Quis a tessitura do destino na vida que a data inaugural do Teatro Amazonas, em trinta e um de dezembro de mil oitocentos e noventa e seis, significasse o limiar eterno do novo tempo no por vir imediato.

Celebramos neste ano a passagem dos cento e vinte e cinco anos deste templo da beleza e da delicadeza e para tal, foram programados eventos significativos para tal celebração, com a apresentação de espetáculos teatrais, dança clássica e contemporânea, concertos musicais com os corpos artísticos, orquestras e grupos da SEC, grupos folclóricos de dança e música popular amazonense, projetaram-se filmes da memória da visualidade histórica do Teatro, realizaram-se exposições sobre a história do Teatro, sobre a enigmática cúpula do suntuosos prédio além das interferências no ambiente do entorno, com uma enorme cúpula de ferro e promoveram-se visitações gratuitas.

Celebrou-se a vida da cidade que passa diariamente ao lado e na frente e atrás do Teatro Amazonas. Quantos espetáculos marcantes nestes cento e vinte cinco anos da existência da casa de formação de plateias e consciências sociais? Quantos artistas do mundo internacional, nacional e local tocaram o palco sagrado do TA, com arte e criatividade. Quantos públicos que aplaudiram estes momentos inestimáveis?

Teatro, museu, a casa de elevado entretenimento seguirá através dos tempos engrandecendo esta comunidade que a cada dia apropria-se deste inestimável patrimônio cultural.

Celebramos, pois, no último dia do ano a data maior da nossa entidade urbana e social: o Teatro Amazonas, no limiar de uma nova era.

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